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	<title>Desiree Treinamentos</title>
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		<title>Qual é o problema?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 22:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Filmes / Sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[Stephen Kanitz   Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração  .  Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos nequele ano, e todos nos acreditávamos , ingenuamente, que o difícil fora ter em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Stephen Kanitz</strong></p>
<p><span id="more-161"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração  .  Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos nequele ano, e todos nos acreditávamos , ingenuamente, que o difícil fora ter em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta paginas da um . O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem é ele é o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do inicio das aulas. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caiam ano após ano . Havia comentários detalhados de cada diretor da campanha, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise  do presidente sobre a situação .</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a responder.  O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras?  Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas tipo “Deve o presidente mudar de agencias de propagandas ou demitir seu diretor de marketing ?” .  Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas tipo “Quem descobriu o Brasil”? </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Harvad queria justamente o contrário. Quando após as perguntas que prcisam ser respondidas ao longo da vida.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Uma reviravolta e tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que provavelmente iriam cair no vestibular. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo, trinta anos atrás , acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>“ O professor, qual é a pergunta ?” , perguntavam-me .  E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era gera: “ Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada ?” .</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para os professor .  O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo.  E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas como no vestibular. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência, o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas.  O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir que seu patrão não lhe perguntara quem descobriu o Brasil e não lhe pagara um salário por isso no fim do mês . Nem vai lhe pedir para resolver “4/2= ?” .  Em toda minha vida profissional nunca encontrei quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita, os números da vida sempre terminam com longas casas decimais. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área . Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a ser feitas, depois de Aristóteles e Platão .  Talvez por isso não encontramos solução para os inúmeros problemas brasileiros de hoje.  O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a solução não de demora muito a ser encontrada.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Se você pretende ser útil, na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas.  Se você é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.</strong></p>
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		<title>SEM ANSIEDADE: RESPIRE FUNDO E RELAXE!</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 22:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Filmes / Sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando sentir a barra pesando no trabalho, é hora de sentar, pensar positivo e não deixar a peteca cair. Aprenda a se controlar   A associação Internacional de Estresse (Isma-BR) elaborou um ranking dos profissionais que mais sofrem com a ansiedade e o estresse do trabalho. Os primeiros lugares ficaram com os políticos e seguranças, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><span id="more-159"></span></em></strong></p>
<p><strong><em>Quando sentir a barra pesando no trabalho, é hora de sentar, pensar positivo e não deixar a peteca cair. Aprenda a se controlar </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>A associação Internacional de Estresse (Isma-BR) elaborou um ranking dos profissionais que mais sofrem com a ansiedade e o estresse do trabalho. Os primeiros lugares ficaram com os políticos e seguranças, seguidos por operadores de telemarking, bancários, executivos e jornalistas. ! O controle  emocional no trabalho depende, em grande parte, da habilidade em saber respirar” , explica Ana Maria Rossi, psicóloga e presidente da filial  brasileira da Isma.. Ouvimos o conselho da doutora procuramos Pascale Baes, proprietária da Espaço Físico Corpo e mente, em São Paulo, especialista em respiração, para ensiná-la a relaxar no trabalho. </strong></p>
<p><strong>     COMEÇO DE CONVERSA</strong></p>
<ul>
<li><strong>Sente-se confortavelmente e mantenha a coluna ereta, os ombros relaxados e o abdômem contraído. Solte as mãos sobre as pernas, palmas para cima. </strong></li>
<li><strong>* Mantenha uma atitude mental de isolamento e certeza plena dos benefícios da respiração.</strong></li>
<li><strong>Faça a inspiração suavemente em quatro tempos e a expiração também em quatro tempos. Repita as respirações cinco vezes lentamente até estabelecer um ritmo.</strong></li>
<li><strong>Ao inspirar e expirar, repita mentalmente uma palavra importante para você  . Por exemplo: paz, saúde, OM . Repita mais cinco vezes as respirações suaves juntos coma sua palavra. Isso não levará mais que alguns minutos.</strong></li>
</ul>
<p><strong> NÃO SE IMTIMIDE </strong></p>
<p><strong>Para quem trabalha em um lugar isolado ou acha que tem liberdade com os colegas com quem divide o espaço, Pascele recomenda um exercício que é tiro e queda para repor as energias, pois oxigena intensamente o cérebro, trazendo uma sensação de descanso mental. Deve ser executado por quem faz trabalhos intelectuais ou trabalhos físicos intensos.  É chamado “ postura do cachorro olhando para baixo” </strong></p>
<ul>
<li><strong>Coloque as mãos no chão e leve as pernas bem para trás, jogando o quadril para cima como um cahorro faz quando se espreguiça.  </strong></li>
<li><strong>Alongando bem a coluna, force os calcanhares para o chão e relaxe a cabeça olhando em direção ao umbigo. </strong></li>
<li><strong>Respire longa e tranqüilamente pelo nariz cinco vezes. Desfaça a posição e repita quantas vezes quiser. </strong></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Duas letras , muita energia </em></strong></p>
<p><strong><em>Para quem faz ioga, o som” OM” é uma mantra. Trata-se do símbolo universal da prática para todas as escolas de todas as épocas  . Devido à grande gama de efeitos sobre o corpo e a mente de quem vocaliza ou apenas o mentaliza, o OM é considerado o “ corpo de Deus” ; “ é o som do universo, significa o início , o todo, a tranqüilidade, o primordial e a devoção” ,explica Pascale Baes, da corpo e Mente. Por isso, experimente incuí-lo nos seus pensamentos. </em></strong></p>
<p><strong><em>Concentre –se </em></strong></p>
<p><strong>No ambiente de trabalho, imagine que está sozinha e fique atenta à sua respiração. <em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
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		<title>RUIM COMPARADO COM QUEM ?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 22:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Filmes / Sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[Cláudio de Moura Castro O Brasil vem comparando sua educação com os dos países mais ricos e ambiciosos em matéria de ensino .  Participamos do teste internacional do Programa Internacional de Avaliação de Alunos ( PISA) e ficamos nos últimos lugares, chamuscando nossas vaidades verde-amarelas .  Deitamos olho gordo na Coréia.  Mas é assim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cláudio de Moura Castro</strong></p>
<p><span id="more-157"></span></p>
<p><strong>O Brasil vem comparando sua educação com os dos países mais ricos e ambiciosos em matéria de ensino .  Participamos do teste internacional do Programa Internacional de Avaliação de Alunos ( PISA) e ficamos nos últimos lugares, chamuscando nossas vaidades verde-amarelas .  Deitamos olho gordo na Coréia.  Mas é assim que deve ser.  Certíssimo, calibrar nossas ambições pelo desempenho dos melhores. </strong></p>
<p><strong>   Mas, depois de tanta autoflagelação ,  quem sabe vale a pena dar uma olhadela em estudo ainda inédito das Nações Unidas ?  Nada de complacências, apenas para ter uma perspectiva de onde estávamos e do fosso que já nos separa de mais 100 países. Faz pouco tempo, éramos daquele time. </strong></p>
<p><strong>  Não são poucos os paises da África em que houve quedas  dramáticas nas matrículas, em virtude da crise econômica e da aids .  e 35% dos países, como nem sequer têm estatísticas básicas de matrículas, não sabem se elas cresceram ou encolheram. </strong></p>
<p><strong>    Para os que se desesperam com o nosso analfabetismo residual, é bom saber que é igual ao da China ( 10%) .  A Índia , tão festejada nos últimos tempos ainda tem metade da população analfabeta.  Apenas dois terços dos alunos de 7 a 14 anos freqüentam a escola e o atendimento está piorando, muitas  escolas vêm fechandas .  Por todo lado, há classes com 75 alunos e professores faltosos, bem como enorme atraso na matrícula das mulheres.   Na Índia , em Bangladesh, no Marrocos e em vários países da África, nem a metade dos alunos mais pobres freqüenta a escola.  Em Moçambique, somente 12% da população rural completa cinco anos de educação.  Na Somália, apenas uma em cinco crianças freqüenta a escola.  No Brasil 97% dos pequenos de 7 a 14 anos estão na escola e todas as estatísticas melhoram.   </strong></p>
<p><strong>  No Peru, o Ministério da Educação não sabe quantos professores estão na sua folha de pagamento.  Pesquisas mostram clientelismo, em vez de mérito , nomeação dos diretores de escolas colombianas.  Pesquisas na Índia, em Uganda e no Quênia mostram que os professores faltam a um terço das aulas. </strong></p>
<p><strong>    A educação é o setor mais corrupto na Colômbia, na Eslováquia e em mais quatro países da antiga União Soviética – que já foi exemplo para o mundo.  Os professores taxas ilegais dos alunos, e é preciso pagar para ter boas notas. Em Uganda, somente 13% dos fundos alocados pelo ministério chegavam às escolas.  Em Gana, 19% das famílias pagaram para conseguir vagas e 92% tiveram de subornar os professores.  Na Rússia, metade da educação pública é financiada por pagamentos ilegais aos professores.  Visitei uma escola em Moscou onde as oficinas haviam sido alugadas para uma fábrica e outra onde o refeitório havia sido transformado em cabaré.  Os aluguéis iam para os diretores e seus amigos.  Na Geórgia, anuncia-se  publicamente quanto se desembolsa para ser aprovados nos cursos.  Não são poucos os países onde se paga para passar no vestibular, como era o caso das repúblicas da Ásia Central.  Em um estado da Índia, os próprios professores divulgam os exames públicos, para que seus alunos passem de ano.  Nos Camarões , os professores cobram uma taxa os alunos se sentarem nas fileiras da frente e também corrigir o dever de casa.  Pior, 27% das alunas tiveram relações com os professores.  Há países onde os alunos são obrigados a trabalhar como empregados domésticos na casa dos professores. </strong></p>
<p><strong>  Em contraste, a nossa matrícula cresce continuamente e disparou na década de 90.  Nossas estatísticas educativas são primorosas.  Temos um belo sistema de avaliação e divulgamos amplamente todos os resultados, bons ou ruins.  O México espera os resultados para decidir se serão publicados – se são fracos, não são revelados ao público.  A nossa corrupção é pouca e discreta,  nada comparado com as roubalheiras escancaradas alhures.  Nossos vestibulares são praticamente livres de fraude e quaisquer formas de desonestidade.</strong></p>
<p><strong>    Isso ainda é pouco, é inaceitável, não devemos nem pensar em ufanismos.  Mas já passamos para metade de cima.   Começamos tarde, mas abandonamos céleres o  banco dos piores. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Produtividade</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 21:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Filmes / Sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[por Denise Ramiro e Murilo Ramos.   No começo da década de 90, um empregado da Industria  automotiva montava oito carros por ano.  Dez anos depois, um único trabalhador passou a produzir dezenove   veículos.  Esse é o exemplo clássico de produtividade  .O termo que é tão debatido entre economistas, parece complexo.  Mas, na verdade, pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por Denise Ramiro e Murilo Ramos.</strong></p>
<p><strong> <span id="more-148"></span></strong></p>
<p><strong><em>No começo da década de 90, um empregado da Industria  automotiva montava oito carros por ano.  Dez anos depois, um único trabalhador passou a produzir dezenove   veículos.  Esse é o exemplo clássico de produtividade  .O termo que é tão debatido entre economistas, parece complexo.  Mas, na verdade, pode ser traduzido de uma forma muito simples: fazer mais com menos ou, no mínimo, com os mesmos recursos . Embora a palavra produtividade não fosse tão popular no início da industrialização, sempre houve a busca incessante por ela. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Nos países desenvolvidos, a perseguição da melhoria da produtividade vem de longe. </em></strong></p>
<p><strong><em>No Brasil, tomou fôlego há cerca de dez anos.  O resultado desse esforço está começando a ficar evidente.  Um recém-lançado estudo da Federação das Industrias do Estado de São Paulo (FIESP), realizado pela Fundação Getúlio Vargas, dá conta de que a produtividade cresceu 25% nos anos 90 nos diversos setores da economia brasileira.  Na indústria, a média anual de </em></strong></p>
<p><strong><em>crescimento foi de 8,4%, mais que o dobro do obtido pelos Estados Unidos em seus anos </em></strong></p>
<p><strong><em>dourados da era Clinton e da decolagem da internet.</em></strong></p>
<p><strong><em>    Para o presidente da Fiesp, Horácio Lafer Piva, o aumento da produtividade é a única alternativa para o crescimento econômico daqui para frente.  O país não pode mais contar com polpudos investimentos estrangeiros, já que as privatizações começam a ter um limite físico em vista.  A outra fonte de renda pública, a arrecadação de impostos, não tem sido direcionada para a produção .  Diante desse quadro, a responsabilidade  promover o aquecimento fica nas mãos da iniciativa privada. Os números comprovam que o aumento da produtividade está diretamente relacionado com o desempenho econômico sadio do país. Fazer mais com menos significa também renunciar a uma taxa de empregos no mesmo rítmo das dos anos 70, por exemplo.  Por mais contraditório  que possa parecer, a produtividade corta poucos postos de trabalho de modo a preservar a maioria, pois sem ela as empresas cedo ou  tarde quebram.</em></strong></p>
<p><strong><em> “ É uma heresia afirmar que a produtividade á a causa do desemprego.  A produtividade gera desenvolvimento e, a longo prazo, emprego”, diz o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Produtividade também é sinônimo de educação.  Os Estados Unidos registraram ganhos de 5% no último trimestre de 2001,o que surpreendeu os analistas mais otimistas , uma vez que a nação ainda limpava os destroços dos atentados terroristas de 11 de Setembro . Para o sociólogo José Pastore, especialista em questões trabalhistas, essa capacidade dos EUA de reagir rapidamente ás adversidades tem como berço o nível educacional de sua população. </em></strong></p>
<p><strong><em>  A Coréia do Sul é outro exemplo.  Líder do ranking entre os países com maior taxa de crescimento anual em produtividade, esse Tigre Asiático sempre investiu muito em educação .  “ A Coréia está colhendo o que plantou” diz Renato Fonseca, coordenador da Unidade de Economia e Estatística da Confederação Nacional da Industria (CNI) .</em></strong></p>
<p><strong><em>   O Brasil tem ainda muito que fazer nesse sentido. Mas já percebeu o caminho das pedras.  Mesmo tendo crescido em ritmo frenético na década de 90, a produtividade da maioria das empresas brasileiras ainda perde feio para as similares americanas e européias .  Mas pelo menos se caminha ao rumo certo.  Parte do bom desempenho verde-amarelo pode ser explicada pela crescente abertura econômica.  Quando as portas do país estavam fechadas aos produtos estrangeiros, não havia interesse em produzir mais e melhor.  Ao contrário, o que se verificava era uma clausura víciante.  Bastou abrir as fronteiras para que a história ganhasse outro contorno.  Com a competição acirrada dos artigos importados e com a necessidade de exportar, as empresas brasileiras tiveram de se adequar a uma nova realidade.  Passaram a investir em máquinas com tecnologia de ponta e na capacitação dos profissionais. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Algumas empresas se beneficiaram tanto dessa transformação que hoje conseguem competir, de igual para igual, no ambiente externo.  A Gerdau Jophannnpeter, a produtividade de sua empresa mais que dobrou nos últimos dez anos.  O índice, muito acima da media  nacional, está relacionado ao investimento pesado feito no período.  Cada funcionário da companhia  recebe aproximadamente setenta horas anuais de treinamento.  A empresa gaúcha com dez unidades em solo brasileiro e conseguiu estabelecer-se vantajosamente em economias competitivas, como a americana e a canadense,  A Perdigão, uma das maiores fabricantes de alimentos do país, segue a mesma trilha.  A companhia, que tem incrementado suas exportações de carne de aves e de suínos para países pouco explorados, como a Rússia, obteve um ganho de aproximadamente 37% em somente seis anos. </em></strong></p>
<p><strong><em>     Além de grupos de origem familiar, ex-estatais também correram em busca de mais competitividade.  A Embraer, símbolo de empresa globalizada, avançou nesse campo.  Em 1994, antes de ser privatizada, sua produtividade por funcionário era de 40.000 dólares por ano.  Hoje ultrapassa os 3000.000 dólares.  O tempo de fabricação de uma aeronave, ao período, caiu de quinze meses para menos de cinco. O outro caso de sucesso é o da Companhia Siderúgica Nacional.  Em 1992, antes de a empresa passar para a iniciativa privada, um funcionário produzia 295 toneladas de aço anualmente.  O patamar agora supera as 700 toneladas.  Por mais que os resultados sejam animadores, há ainda muito a ser feito. “ Sempre é possível melhorar”, diz Johannpeter.  A busca pela produtividade é como a obsessão de um atleta pelo recorde.  Não tem limite.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Um segundo lugar que vale ouro.</p>
<p>Na década de 90, o Brasil só perdeu para a Coréia entre os países cuja produtividade da indústria  mais cresceu.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>EXECUTIVOS E EMPRESÁRIOS</title>
		<link>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/textos/executivos-e-empresarios-stephen-kanitz/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 21:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Filmes / Sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[Stephen Kanitz   Antigamente revistas de negócios sempre traziam na capa um grande empresário. Executivos como Henrique Merelles, Alain Belda  e Carlos Ghosn ficavam em segundo plano. Por isso, a maioria dos brasileiros acredita até hoje que empresários mandam no país, que são os “ donos do poder”, e que um, bando de empresários internacionais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Stephen Kanitz</em></p>
<p><span id="more-146"></span></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Antigamente revistas de negócios sempre traziam na capa um grande empresário. Executivos como Henrique Merelles, Alain Belda  e Carlos Ghosn ficavam em segundo plano.</em></p>
<p><em>Por isso, a maioria dos brasileiros acredita até hoje que empresários mandam no país, que são os “ donos do poder”, e que um, bando de empresários internacionais, reunidos neste momentos em Davos, está decidindo os rumos da humanidade. </em></p>
<p><em>  Há muito tempo as campanhas no reto do mundo não são mais dirigidas por empresários , e sim por administradores profissionais, sem laços de família nem mesmo de nacionalidade com aqueles.</em></p>
<p><em>  Administradores profissionais são eleitos democraticamente por milhares de pequenos acionistas. Por sua vez, empresários são eleitos por cinco ou seis membros de uma única família.  Administradores  profissionais fazem o jogo político de conciliar interesses conflitantes de trabalhadores e acionistas.  Os empresários administram quase que exclusivamente os interesses da família.</em></p>
<p><em>   Da mesma forma que a separação da Igreja e do Estado foi um marco da evolução política da humanidade, a separação do empresário capitalista da gestão da empresa foi um importante avanço na evolução das companhias democráticas e pluralistas. </em></p>
<p><em>   Aceito a crítica de que muitos gestores e executivos profissionais só defendem os acionistas controladores, mas aí o problema é do modelo econômico vigente, de negar aos acionistas majoritários que detêm até 85% do capital o direito de voto. </em></p>
<p><em>   Nossos empresários e o Estado chegam a controlar empresas privadas ou estatais tendo somente 17% das ações, ao arrepio do alienável direito ao voto que está na Constituição.  </em></p>
<p><em>Nas empresas democráticas, em que todos têm o direito de voto, agradar a 5 milhões de acionistas é quase impossível, a não ser pela eficiência. </em></p>
<p><em>  O problema da Enron e do capitalismo americano atual foi a criação dos bônus anuais e stock options para executivos, que passaram a agir cada vez mais como capitalistas de antigamente e cada vez menos como administradores profissionais que deveriam ser. Mas isso tem fácil solução. É só cortar esses privilégios. </em></p>
<p><em>    Pela primeira  vez um jornal de negócios brasileiro cria um prêmio não para empresários, mas para “reconhecer e prestigiar profissionais que inspiram seus times com capacidade de liderança, ousadia e visão estratégica” . Um prêmio para administradores, e não para capitalistas.  O jornal <strong>Valor Econômico </strong>virou no ano passado uma importante página no jornalismo  econômico .  Uma quebra de paradigma não trivial.  Abílio Diniz e Eugênio Staub, dois dos contemplados são chamados de “gestores de empresa” , e não mais de empresários, como de costume.</em></p>
<p><em>  Dos 22 vencedores do ano passado, doze são formados em administração de empresas, quatro na FGV d dois em Harvard.  Quebrou-se um paradigma cultural e do jornalismo brasileiro, a veneração do “ empresário” como agente de mudanças , e introduziu-se a equipe de administradores profissionais no centro da questão.</em></p>
<p><em>    A era do empresário terminou nos Estados Unidos em 1930, com os Rockefeller , Ford , Carnegie, que lentamente foram substituídos por administradores profissionais sem nenhum parentesco com a família.  O século XX viu a substituição do acionista controlador pelo administrador  conciliador , o que foi possibilitado pela pulverização do capital entre mulheres de pessoas.</em></p>
<p><em>  Com nada menos que setenta anos de atraso, estamos finalmente começando a trilhar o mesmo caminho , o caminho da democratização dos meios de produção.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>“ Com setenta anos de atraso, estamos finalmente começando a trilhar o caminho da democratização dos meios de produção”</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gerenciamento: NA PONTA DO LÁPIS</title>
		<link>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/textos/gerenciamento-na-ponta-do-lapis-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 21:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Filmes / Sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto Sérgio Del  Giorno.   A Grande concorrência no mercado de transporte rodoviário de cargas faz com que a gestão correta dos custos operacionais seja uma vontade competitiva . Segundo Felipe Battistela , coordenador da área de Gestão de clientes e Marketing de Pós-venda da Volvo, algumas empresas do setor ignoram os reais componentes desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto Sérgio Del  Giorno.</em></p>
<p><em> <span id="more-144"></span></em></p>
<p><strong><em>A Grande concorrência no mercado de transporte rodoviário de cargas faz com que a gestão correta dos custos operacionais seja uma vontade competitiva . Segundo Felipe Battistela </em></strong></p>
<p><strong><em>, coordenador da área de Gestão de clientes e Marketing de Pós-venda da Volvo, algumas empresas do setor ignoram os reais componentes desse custo, o que acaba acarretando pela perda de rentabilidade e má gestão de manutenção de frota. “O mercado exige empresas cada vez mais profissionais.O custo operacional é um importante componente do negócio e tem que ser calculado de forma correta, com modernas metodologias de gestão” diz.</em></strong></p>
<p><strong><em>Riberto Lima, um dos sócios da Lima Transportes , de Tubarão (SC), tem experiência na área e concorda com Battistela. “ Para mim, o grande valor de um administrador é a informação. Nesse quesito, saber qual o seu custo operacional é premissa básica de dados de mais de 20 anos “, diz.</em></strong></p>
<p><strong><em>E ele tem bagagem. A empresa, criada em 1972, atua em cinco estados, com duas filiais no Paraná e outras duas em São Paulo.  Por mês, transporta cerca de 70 mil toneladas de diferentes produtos a granel voltados a diversos segmentos da indústria. Na frota utiliza caminhões Volvo dos modelos FH380 e FH400. Uma operação complexa ,que não poderá ser tocada sem um olho clínico para controle e redução de custos.</em></strong></p>
<p><strong><em>   Segundo Lima, um dos pontos mais importantes para controlar os custos é a capacitação profissional. “ Com o treinamento de nossos motoristas, de cara, reduzimos 12% de nosso gasto com co0mbustíveis, fora os outros itens, como lona de freio e peças”, afirma.  Outra “mina de ouro”para os empresários, segundo ele, é a otimização de frota, que significa avaliar cuidadosamente horários e trajetos para garantir a maior agilização possível nas cargas, sem deixar veículos parados ou aguardando para carregar ou descarregar.  “ Só com esse planejamento bem feito, temos uma economia de cerca de 18% em nossos custos”, diz.</em></strong></p>
<p><strong><em> E a lista de Lima vai longe: atenção ao cálculos ao cuidado com pneus, peças e manutenção, por exemplo, que são determinantes na composição dos custos.  E dá as dicas: “  Para dar maior vida útil aos pneus, é preciso ficar atento à calibragem e ao peso correto da carga. A manutenção preventiva também ajuda e, na hora de trocar peças, só as de boa qualidade porque, no fim, o barato sai caro”,diz. “ É  fundamental se planejar. Já se foi o tempo do eu acho. Hoje em dia, tudo tem que ser baseado em análise de informação” diz.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> COMPETITIVIDADE</em></strong></p>
<p><strong><em>Consultor em gestão empresarial, o professor Mauro Jordan reforça essas dicas .” Independente do tamanho da empresa, esse é o tipo de coisa que chamamos de fazer a lição de casa. A grande competitividade do mercado reduz a possibilidade de cobrar mais caro pelos fretes. Resta aos transportadores ganharem com uma gestão correta de custos” , diz. </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Para Jodan, o empresário precisa verificar todas as varáveis em cada tipo de serviço. “ Tem que analisar o percurso, as condições da estrada, o tipo de caminhão e de carga, o tempo de carregamento e várias outras . Para caso é um caso” , diz. Para empresas que ainda não têm nenhum tipo de planejamento nessa área, o consultor dá uma sugestão.  “ O importante é começar. /crie um sistema próprio, mesmo que seja simples, e coloque na ponta do lápis todos os gastos que tem. Com o tempo, o empresário pode ir estudando e se especializando” , afirma.</em></strong></p>
<p><strong><em>   Uma falha comum é não levar em conta certos itens que devem entrar no cálculo.  Felipe Battistella. Da Volvo , cita, por exemplo, o quesito “ custo de capital” , que mostra quanto o empresário estaria ganhando caso o dinheiro, em vez fr aplicado em um caminhão, renderia em uma aplicação financeira. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Outro fator que, à primeira vista, passa despercebido é o competitivo custo real das peças genuínas, “ No cômputo geral , peças corretivas representam apenas 4,5% do custo operacional total, valor relativamente pequeno se comparado com outros gastos, como combustível, que representa 46%” , analisa Battistella . Outro item que muitas vezes não é levado em consideração é o de despesas de escritório.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Palestras (1 á 3 horas) conheça alguns de nossos temas clicando aqui!</title>
		<link>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/palestras/palestra-1/</link>
		<comments>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/palestras/palestra-1/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 13:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palestras]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Palestra Motivacional Desenvolvendo conceitos e técnicas de inteligência Emocional, auto motivação, controle da ansiedade, você SA. É uma palestra utilizando slides projetivos, música, e dinâmicas de grupo breves, em que a facilitadora envolve, motiva, inspira os participantes á motivar-se, aderirem a um programa (por exemplo ISO 9000, SIPAT), ou uma campanha (contratada em mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-111"></span><!--more-->1. Palestra Motivacional</p>
<p>Desenvolvendo conceitos e técnicas de inteligência Emocional, auto motivação, controle da ansiedade, você SA.</p>
<p>É uma palestra utilizando slides projetivos, música, e dinâmicas de grupo breves, em que a facilitadora envolve, motiva, inspira os participantes á motivar-se, aderirem a um programa (por exemplo ISO 9000, SIPAT), ou uma campanha (contratada em mais de 100 empresas em Convenções de Vendas)</p>
<p>Pode durar de 1 á 3 horas de acordo com a disponibilidade da empresa.</p>
<p>Consulte programa e orçamento através do e-mail: <a href="mailto:desiree@desireetreinamentos.com.br">desiree@desireetreinamentos.com.br</a></p>
<p><!--more--></p>
<p><!--more-->2. Palestra focada para Mulheres</p>
<p>Desenvolvendo a importância da mulher cuidar de si mesmo, sindromes do feminino mais comuns, Inteligência Emociona, Auto Estima, Controle de ansiedade, relações interpessoais no mundo moderno, conciliação familia, trabalho, cuidar de sim mesmo.</p>
<p>Utilizando slides projetivos, música, e dinâmicas de grupo breves, pequenos vídeos.</p>
<p>Média de 1:30 de duração<!--more--></p>
<p>3.  A arte de Gerenciar Pessoas.</p>
<p>Palestra focada no gerenciamento de indicadores de qualidade e produtividade, e no envolvimento, treinamento, qualificação das pessoas ao alcance de metas. Pode ser voltada para varejo ou industrial.</p>
<p>Carga Horária de 1:30 á 3 horas de acordo com a demanda do evento.</p>
<p><!--more--></p>
<p>4.  Profissionalizando para as Vendas</p>
<p>Palestra motivacional, onde as fases, etapas do processo de venda: sondagem, ofertas adicionais, controle de objeção, fechamento de vendas, Mapa de Vendas &#8230;são relembrados. E onde os participantes são envolvidos, energizados para profissionalizarem-se continuamente.</p>
<p>Pode durar de 1 á 3 horas de acordo com a disponibilidade da empresa.</p>
<p>Consulte programa e orçamento através do e-mail: <a href="mailto:desiree@desireetreinamentos.com.br">desiree@desireetreinamentos.com.br</a></p>
<p><!--more--></p>
<p>5. Palestra Motivacional para Professores.</p>
<p>Bastante solicitada em inícios de semestre, onde os professores são relembrados da missão pedagógica, da necessidade de cuidar da inteligência emocional no dia a dia com os alunos, com os colegas, com a instituição.</p>
<p>Pode durar de 1 á 3 horas de acordo com a disponibilidade da empresa.</p>
<p>Consulte programa e orçamento através do e-mail: <a href="mailto:desiree@desireetreinamentos.com.br">desiree@desireetreinamentos.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Liderança e desenvolvimento de equipes (8h)</title>
		<link>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/cursos-e-treinamentos/lideranca-e-desenvolvimento-de-equipes-8h/</link>
		<comments>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/cursos-e-treinamentos/lideranca-e-desenvolvimento-de-equipes-8h/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 21:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos / Treinamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Curso com carga horária de 8hs onde o papel do líder e sua habilidade em desenvolver pessoas rumo a qualidade e produtividade é desenvolvido.  Objetivos dos trabalhos:       Desenvolver os líderes dentro do perfil de qualidade e produtividade que o mercado competitivo precisa;       Desenvolver auto-conhecimento, motivação e inteligência emocional alem de uma capacidade avaliativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curso com carga horária de 8hs onde o papel do líder e sua habilidade em desenvolver pessoas rumo a qualidade e produtividade é desenvolvido. </p>
<p><strong><span id="more-106"></span></strong></p>
<p><strong>Objetivos dos trabalhos:</strong></p>
<p>      Desenvolver os líderes dentro do perfil de qualidade e produtividade que o mercado competitivo precisa;</p>
<p>      Desenvolver auto-conhecimento, motivação e inteligência emocional alem de uma capacidade avaliativa de seu perfil enquanto líder;</p>
<p>      Capacitar os lideres com ferramentas comportamentais e técnicas no desenvolvimento, manejo de equipes;</p>
<h1>      Proporcionar aquisição de conhecimentos que levem á compreensão dos principais fatores que interferem no desempenho das pessoas, dos liderados.</h1>
<p> </p>
<h1>      Desenvolver os conhecimentos e habilidades de um líder como:</h1>
<h1>·         habilidade na comunicação,</h1>
<h1>·         o relacionamento interpessoal,</h1>
<h1>·         a administração de conflitos e</h1>
<h1>·         negociação</h1>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Conteúdo Programático:</span></strong></p>
<ol>
<li> Porque ser líder. A diferença do líder e do chefe. O foco do líder. Visão sistêmica e a necessidade de tornar-se líder para desenvolver e manter os talentos humanos, o capital intelectual;</li>
<li> </li>
<li>O líder como um agente estratégico. Planejamento Estratégico, envolvimento das pessoas no processos e estratégias, focando nas metas, nos objetivos.</li>
<li> </li>
<li>Indicadores, o que são, como desenvolve-los. Indicadores de Qualidade e Produtividade.</li>
<li> </li>
<li>A diferença do trabalho em grupo, para o trabalho em Equipe. Melhoria continua, em competitividade;</li>
<li> </li>
<li>Lidando com pessoas. Motivação, Relações Interpessoais construtivas, feedback, avaliação de desempenho.</li>
<li> </li>
<li>O líder como agente de treinamento e monitoramento. Desenvolvimento continuo das qualificações técnicas e comportamentais</li>
</ol>
<p> </p>
<p>Metodologia: Dinâmica, vivencial, participativa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Artigos</title>
		<link>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/textos/gerenciamento-na-ponta-do-lapis/</link>
		<comments>http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/2010/textos/gerenciamento-na-ponta-do-lapis/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 21:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Filmes / Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.desireetreinamentos.com.br/blog/?p=99</guid>
		<description><![CDATA[FILMES

Através de filmes, encontrados facilmente em nossas locadoras podemos desenvolver nossa equipe.
Se for possível assistão juntos todo o filme, se não selecione cenas, mas LEMBRE-SE  de processar, isto é refletir junto a equipe envolvendo, fazendo-a pensar...

Algumas sugestões:

1) O Homem Bicentenário

2) Em boa companhia

3) Uma linda mulher]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gerenciamento na ponta do lápis (case Lima Transportes)</em></p>
<p><em>Artigo que apresenta case da região de  gerenciamento, e indicadores.</em></p>
<p><span id="more-99"></span></p>
<p><em>Transporte rodoviário de cargas exige cálculo correto do custo operacional para que negócio se mantenha competitivo.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Texto Sérgio Del  Giorno.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>A Grande concorrência no mercado de transporte rodoviário de cargas faz com que a gestão correta dos custos operacionais seja uma vontade competitiva . Segundo Felipe Battistela </em></strong><strong><em>, coordenador da área de Gestão de clientes e Marketing de Pós-venda da Volvo, algumas empresas do setor ignoram os reais componentes desse custo, o que acaba acarretando pela perda de rentabilidade e má gestão de manutenção de frota. “O mercado exige empresas cada vez mais profissionais.O custo operacional é um importante componente do negócio e tem que ser calculado de forma correta, com modernas metodologias de gestão” diz.</em></strong></p>
<p><strong><em>Riberto Lima, um dos sócios da Lima Transportes , de Tubarão (SC), tem experiência na área e concorda com Battistela. “ Para mim, o grande valor de um administrador é a informação. Nesse quesito, saber qual o seu custo operacional é premissa básica de dados de mais de 20 anos “, diz.</em></strong></p>
<p><strong><em>E ele tem bagagem. A empresa, criada em 1972, atua em cinco estados, com duas filiais no Paraná e outras duas em São Paulo.  Por mês, transporta cerca de 70 mil toneladas de diferentes produtos a granel voltados a diversos segmentos da indústria. Na frota utiliza caminhões Volvo dos modelos FH380 e FH400. Uma operação complexa ,que não poderá ser tocada sem um olho clínico para controle e redução de custos.</em></strong></p>
<p><strong><em>   Segundo Lima, um dos pontos mais importantes para controlar os custos é a capacitação profissional. “ Com o treinamento de nossos motoristas, de cara, reduzimos 12% de nosso gasto com co0mbustíveis, fora os outros itens, como lona de freio e peças”, afirma.  Outra “mina de ouro”para os empresários, segundo ele, é a otimização de frota, que significa avaliar cuidadosamente horários e trajetos para garantir a maior agilização possível nas cargas, sem deixar veículos parados ou aguardando para carregar ou descarregar.  “ Só com esse planejamento bem feito, temos uma economia de cerca de 18% em nossos custos”, diz.</em></strong></p>
<p><strong><em> E a lista de Lima vai longe: atenção ao cálculos ao cuidado com pneus, peças e manutenção, por exemplo, que são determinantes na composição dos custos.  E dá as dicas: “  Para dar maior vida útil aos pneus, é preciso ficar atento à calibragem e ao peso correto da carga. A manutenção preventiva também ajuda e, na hora de trocar peças, só as de boa qualidade porque, no fim, o barato sai caro”,diz. “ É  fundamental se planejar. Já se foi o tempo do eu acho. Hoje em dia, tudo tem que ser baseado em análise de informação” diz.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em> COMPETITIVIDADE</em></strong></p>
<p><strong><em>Consultor em gestão empresarial, o professor Mauro Jordan reforça essas dicas .” Independente do tamanho da empresa, esse é o tipo de coisa que chamamos de fazer a lição de casa. A grande competitividade do mercado reduz a possibilidade de cobrar mais caro pelos fretes. Resta aos transportadores ganharem com uma gestão correta de custos” , diz. </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>Para Jodan, o empresário precisa verificar todas as varáveis em cada tipo de serviço. “ Tem que analisar o percurso, as condições da estrada, o tipo de caminhão e de carga, o tempo de carregamento e várias outras . Para caso é um caso” , diz. Para empresas que ainda não têm nenhum tipo de planejamento nessa área, o consultor dá uma sugestão.  “ O importante é começar. /crie um sistema próprio, mesmo que seja simples, e coloque na ponta do lápis todos os gastos que tem. Com o tempo, o empresário pode ir estudando e se especializando” , afirma.</em></strong></p>
<p><strong><em>Uma falha comum é não levar em conta certos itens que devem entrar no cálculo.  Felipe Battistella. Da Volvo , cita, por exemplo, o quesito “ custo de capital” , que mostra quanto o empresário estaria ganhando caso o dinheiro, em vez fr aplicado em um caminhão, renderia em uma aplicação financeira. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Outro fator que, à primeira vista, passa despercebido é o competitivo custo real das peças genuínas, “ No cômputo geral , peças corretivas representam apenas 4,5% do custo operacional total, valor relativamente pequeno se comparado com outros gastos, como combustível, que representa 46%” , analisa Battistella . Outro item que muitas vezes não é levado em consideração é o de despesas de escritório.</em></strong></p>
<p><strong><!--more--><em></em></strong></p>
<p><strong>EXECUTIVOS E EMPRESÁRIOS</strong></p>
<p><em>Stephen Kanitz</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Antigamente revistas de negócios sempre traziam na capa um grande empresário. Executivos como Henrique Merelles, Alain Belda  e Carlos Ghosn ficavam em segundo plano.</em></p>
<p><em>Por isso, a maioria dos brasileiros acredita até hoje que empresários mandam no país, que são os “ donos do poder”, e que um, bando de empresários internacionais, reunidos neste momentos em Davos, está decidindo os rumos da humanidade. </em></p>
<p><em>  Há muito tempo as campanhas no reto do mundo não são mais dirigidas por empresários , e sim por administradores profissionais, sem laços de família nem mesmo de nacionalidade com aqueles.</em></p>
<p><em>  Administradores profissionais são eleitos democraticamente por milhares de pequenos acionistas. Por sua vez, empresários são eleitos por cinco ou seis membros de uma única família.  Administradores  profissionais fazem o jogo político de conciliar interesses conflitantes de trabalhadores e acionistas.  Os empresários administram quase que exclusivamente os interesses da família.</em></p>
<p><em>   Da mesma forma que a separação da Igreja e do Estado foi um marco da evolução política da humanidade, a separação do empresário capitalista da gestão da empresa foi um importante avanço na evolução das companhias democráticas e pluralistas. </em></p>
<p><em>   Aceito a crítica de que muitos gestores e executivos profissionais só defendem os acionistas controladores, mas aí o problema é do modelo econômico vigente, de negar aos acionistas majoritários que detêm até 85% do capital o direito de voto. </em></p>
<p><em>   Nossos empresários e o Estado chegam a controlar empresas privadas ou estatais tendo somente 17% das ações, ao arrepio do alienável direito ao voto que está na Constituição.  </em></p>
<p><em>Nas empresas democráticas, em que todos têm o direito de voto, agradar a 5 milhões de acionistas é quase impossível, a não ser pela eficiência. </em></p>
<p><em>  O problema da Enron e do capitalismo americano atual foi a criação dos bônus anuais e stock options para executivos, que passaram a agir cada vez mais como capitalistas de antigamente e cada vez menos como administradores profissionais que deveriam ser. Mas isso tem fácil solução. É só cortar esses privilégios. </em></p>
<p><em>    Pela primeira  vez um jornal de negócios brasileiro cria um prêmio não para empresários, mas para “reconhecer e prestigiar profissionais que inspiram seus times com capacidade de liderança, ousadia e visão estratégica” . Um prêmio para administradores, e não para capitalistas.  O jornal <strong>Valor Econômico </strong>virou no ano passado uma importante página no jornalismo  econômico .  Uma quebra de paradigma não trivial.  Abílio Diniz e Eugênio Staub, dois dos contemplados são chamados de “gestores de empresa” , e não mais de empresários, como de costume.</em></p>
<p><em>  Dos 22 vencedores do ano passado, doze são formados em administração de empresas, quatro na FGV d dois em Harvard.  Quebrou-se um paradigma cultural e do jornalismo brasileiro, a veneração do “ empresário” como agente de mudanças , e introduziu-se a equipe de administradores profissionais no centro da questão.</em></p>
<p><em>    A era do empresário terminou nos Estados Unidos em 1930, com os Rockefeller , Ford , Carnegie, que lentamente foram substituídos por administradores profissionais sem nenhum parentesco com a família.  O século XX viu a substituição do acionista controlador pelo administrador  conciliador , o que foi possibilitado pela pulverização do capital entre mulheres de pessoas.</em></p>
<p><em>  Com nada menos que setenta anos de atraso, estamos finalmente começando a trilhar o mesmo caminho , o caminho da democratização dos meios de produção.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>“ Com setenta anos de atraso, estamos finalmente começando a trilhar o caminho da democratização dos meios de produção”</em></strong></p>
<p><!--more--></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong> O BRASIL FEZ MAIS COM MENOS </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A produtividade aumentou muito em uma década e será um dos grandes legados dos anos FHC</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Denise Ramiro e Murilo Ramos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>No começo da década de 90, um empregado da Industria  automotiva montava oito carros por ano.  Dez anos depois, um único trabalhador passou a produzir dezenove   veículos.  Esse é o exemplo clássico de produtividade  .O termo que é tão debatido entre economistas, parece complexo.  Mas, na verdade, pode ser traduzido de uma forma muito simples: fazer mais com menos ou, no mínimo, com os mesmos recursos . Embora a palavra produtividade não fosse tão popular no início da industrialização, sempre houve a busca incessante por ela. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Nos países desenvolvidos, a perseguição da melhoria da produtividade vem de longe. </em></strong></p>
<p><strong><em>No Brasil, tomou fôlego há cerca de dez anos.  O resultado desse esforço está começando a ficar evidente.  Um recém-lançado estudo da Federação das Industrias do Estado de São Paulo (FIESP), realizado pela Fundação Getúlio Vargas, dá conta de que a produtividade cresceu 25% nos anos 90 nos diversos setores da economia brasileira.  Na indústria, a média anual de </em></strong></p>
<p><strong><em>crescimento foi de 8,4%, mais que o dobro do obtido pelos Estados Unidos em seus anos </em></strong></p>
<p><strong><em>dourados da era Clinton e da decolagem da internet.</em></strong></p>
<p><strong><em>    Para o presidente da Fiesp, Horácio Lafer Piva, o aumento da produtividade é a única alternativa para o crescimento econômico daqui para frente.  O país não pode mais contar com polpudos investimentos estrangeiros, já que as privatizações começam a ter um limite físico em vista.  A outra fonte de renda pública, a arrecadação de impostos, não tem sido direcionada para a produção .  Diante desse quadro, a responsabilidade  promover o aquecimento fica nas mãos da iniciativa privada. Os números comprovam que o aumento da produtividade está diretamente relacionado com o desempenho econômico sadio do país. Fazer mais com menos significa também renunciar a uma taxa de empregos no mesmo rítmo das dos anos 70, por exemplo.  Por mais contraditório  que possa parecer, a produtividade corta poucos postos de trabalho de modo a preservar a maioria, pois sem ela as empresas cedo ou  tarde quebram.</em></strong></p>
<p><strong><em> “ É uma heresia afirmar que a produtividade á a causa do desemprego.  A produtividade gera desenvolvimento e, a longo prazo, emprego”, diz o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Produtividade também é sinônimo de educação.  Os Estados Unidos registraram ganhos de 5% no último trimestre de 2001,o que surpreendeu os analistas mais otimistas , uma vez que a nação ainda limpava os destroços dos atentados terroristas de 11 de Setembro . Para o sociólogo José Pastore, especialista em questões trabalhistas, essa capacidade dos EUA de reagir rapidamente ás adversidades tem como berço o nível educacional de sua população. </em></strong></p>
<p><strong><em>  A Coréia do Sul é outro exemplo.  Líder do ranking entre os países com maior taxa de crescimento anual em produtividade, esse Tigre Asiático sempre investiu muito em educação .  “ A Coréia está colhendo o que plantou” diz Renato Fonseca, coordenador da Unidade de Economia e Estatística da Confederação Nacional da Industria (CNI) .</em></strong></p>
<p><strong><em>   O Brasil tem ainda muito que fazer nesse sentido. Mas já percebeu o caminho das pedras.  Mesmo tendo crescido em ritmo frenético na década de 90, a produtividade da maioria das empresas brasileiras ainda perde feio para as similares americanas e européias .  Mas pelo menos se caminha ao rumo certo.  Parte do bom desempenho verde-amarelo pode ser explicada pela crescente abertura econômica.  Quando as portas do país estavam fechadas aos produtos estrangeiros, não havia interesse em produzir mais e melhor.  Ao contrário, o que se verificava era uma clausura víciante.  Bastou abrir as fronteiras para que a história ganhasse outro contorno.  Com a competição acirrada dos artigos importados e com a necessidade de exportar, as empresas brasileiras tiveram de se adequar a uma nova realidade.  Passaram a investir em máquinas com tecnologia de ponta e na capacitação dos profissionais. </em></strong></p>
<p><strong><em>  Algumas empresas se beneficiaram tanto dessa transformação que hoje conseguem competir, de igual para igual, no ambiente externo.  A Gerdau Jophannnpeter, a produtividade de sua empresa mais que dobrou nos últimos dez anos.  O índice, muito acima da media  nacional, está relacionado ao investimento pesado feito no período.  Cada funcionário da companhia  recebe aproximadamente setenta horas anuais de treinamento.  A empresa gaúcha com dez unidades em solo brasileiro e conseguiu estabelecer-se vantajosamente em economias competitivas, como a americana e a canadense,  A Perdigão, uma das maiores fabricantes de alimentos do país, segue a mesma trilha.  A companhia, que tem incrementado suas exportações de carne de aves e de suínos para países pouco explorados, como a Rússia, obteve um ganho de aproximadamente 37% em somente seis anos. </em></strong></p>
<p><strong><em>     Além de grupos de origem familiar, ex-estatais também correram em busca de mais competitividade.  A Embraer, símbolo de empresa globalizada, avançou nesse campo.  Em 1994, antes de ser privatizada, sua produtividade por funcionário era de 40.000 dólares por ano.  Hoje ultrapassa os 3000.000 dólares.  O tempo de fabricação de uma aeronave, ao período, caiu de quinze meses para menos de cinco. O outro caso de sucesso é o da Companhia Siderúgica Nacional.  Em 1992, antes de a empresa passar para a iniciativa privada, um funcionário produzia 295 toneladas de aço anualmente.  O patamar agora supera as 700 toneladas.  Por mais que os resultados sejam animadores, há ainda muito a ser feito. “ Sempre é possível melhorar”, diz Johannpeter.  A busca pela produtividade é como a obsessão de um atleta pelo recorde.  Não tem limite.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Um segundo lugar que vale ouro.</p>
<p>Na década de 90, o Brasil só perdeu para a Coréia entre os países cuja produtividade da indústria  mais cresceu.</p>
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